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ANCINE

ANCINE- Agência Nacional do Cinema: Lei que apóia todos os tipos de projetos culturais na área do cinema.

 

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Lei que apóia todos os tipos de projetos culturais com base no Imposto do ICMS dentro do estado de São Paulo apenas.


Lei que apóia todos os tipos de projetos culturais com base no Imposto de Renda dentro do Brasil.




Direto sem leis de incentivo.








Eco Sustentáveis.


LUZ NAS TREVAS – A volta do bandido da luz vermelha

Nº 01

Segmento do projeto: audiovisual
Gênero: cinema
Título do projeto: LUZ NAS TREVAS – A volta do bandido da luz vermelha
Autor / adaptação: Rogério Sganzerla
Direção / coordenação: Helena Ignez
Local do projeto / nome do local: cinemas
Região do projeto / município / estado: Todo o Brasil
Valor do projeto: indique valor numérico e por escrito
Ficha técnica e artística dos envolvidos: Enviar ficha técnica (sujeito a resumo, se for o caso)
Temáticas: Desigualdade social, injustiça, corrupção de políticos, etc.
Sinopse / resumo / comentário: LUZ NAS TREVAS – A VOLTA DO BANDIDO DA LUZ VERMELHA é um filme de Helena Ignez (diretora de “A Canção de Baal”) e Ícaro C. Martins (co-diretor de “O Olho Mágico do Amor) com roteiro adaptado pela própria Helena Ignez a partir do roteiro original do seu companheiro de vida e de cinema: Rogério Sganzerla (1946-2002), autor e diretor do filme matriz “O Bandido da Luz Vermelha” (1968, que se transformou em um dos mais premiados filmes brasileiros e considerado um dos grandes clássicos do cinema nacional, indicado pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.), filme seminal de vários filmes realizados depois dele e um dos maiores clássicos incontestáveis do cinema brasileiro e do qual esse novo LUZ NAS TREVAS evolui. Sim, porque LUZ NAS TREVAS não é um sequel, não é uma seqüência, não é uma continuação do filme de 1968.
LUZ NAS TREVAS conta a história do mesmo Jorge Prado, o Bandido da Luz Vermelha do filme de Sganzerla interpretado por Paulo Vilaça (1946-1992) e agora pelo cantor e ator Ney Matogrosso. O filme conta que a morte do Bandido da Luz Vermelha no final do filme anterior não foi definitiva. Ele (Ney Matogrosso) aparece 30 anos depois numa prisão de segurança máxima, esquecido pela justiça, suplantado por tantos bandidos oficiais, mas sabiamente se aproveitando do sistema e de sua fama (que ele cultiva mesmo com crimes que não cometeu) para refletir sobre o Brasil e sobre a sua própria vida. Ao mesmo tempo, o filho que teve com uma das suas inúmeras aventuras amorosas, uma enfermeira (Sandra Corveloni, melhor atriz Festival de Cannes, 2008, por “Linha de Passe”), Jorge Bronze, mais conhecido como “Tudo-ou-Nada” (André Guerreiro Lopes) acompanhado da beldade Janete Jane (Djin Sganzerla) - homônima do personagem de Helena Ignez no filme de 68 - , faz amor e toca o terror atualmente, seguindo os passos do pai. Seria o filho um copycat (criminoso que copia o modo de operação de um outro criminoso) do pai? Não. Assim também como LUZ NAS TREVAS – A VOLTA DO BANDIDO DA LUZ VERMELHA é um filme-invenção, que segue para a frente, escorado naquele que é considerado o melhor roteiro que Rogério Sganzerla escreveu, e que é um sumo, uma síntese do seu cinema popular e sofisticado, biscoito fino para as massas, com sua poesia furiosa.
Ao receber das mãos de um Rogério debilitado o roteiro de LUZ NAS TREVAS que adaptou e co-dirigiu, Helena Ignez seguiu a tradição do companheiro filmando o possível e o impossível. LUZ NAS TREVAS é um filme mágico e cafajeste, que transporta o filme-ícone do cinema nacional do clima de faroeste sobre o terceiro mundo para uma furiosa comédia presidiária acidamente irônica sobre o Brasil. LUZ NAS TREVAS – A VOLTA DO BANDIDO DA LUZ VERMELHA reverencia, mas duplica, reinventa, desconstrói “O Bandido da Luz Vermelha” trazendo-o para os dias de hoje com força e graça, poesia e potência.
LUZ NAS TREVAS é um filme sobre essa agridoce contradição brasileira. Enquanto pai (Ney Matogrosso) tece comentários políticos e existencialistas sobre a miséria e a possibilidade da nossa sociedade, o filho (André Guerreiro Lopes) se marginaliza por dor, prazer e diversão nessa mesma miséria e possibilidade brasileira. Já que ser pop é “gostar das coisas”, LUZ NAS TREVAS é um filme pop, com uma trilha sonora esperta, cheio de referências que lhe dão agilidade. O filme LUZ NAS TREVAS homenageia o filme de 68, mas segue em frente, pois como diz a pichação na parede da cela do bandido de agora: “O ÚNICO CAMINHO É A LIBERDADE”.
Outros detalhes do projeto: Com atuações arrebatadoras de NEY MATOGROSSO, ANDRÉ GUERREIRO LOPES e DJIN SGANZERLA e belas participações de SANDRA CORVELONI, BRUNA LOMBARDI, PAULO GOULART, MARIA LUÍSA MENDONÇA, SIMONE SPOLADORE, SÉRGIO MAMBERTI, ARRIGO BARNABÉ, CACÁ CARVALHO, JOSÉ MOGICA MARINS, DUDA MAMBERTI, OTAVIO III. ABRAHÃO FARC, CRIOLO, MARIO BORTOLOTTO, REJANE MEDEIROS, VANESSA GOULART, ARICLENES BARROSO, SANDRO KARNAS e mais de 80 atores e diversos figurantes da comunidade de Heliópolis, SP. Apresentado nos seguintes festivais: 12˚ Festival do Rio, Première Brasil, Hors Concours, 2010;
34˚ Mostra Internacional de Cinema, 2010;
7˚ Amazonas Film Festival, Competição Oficial, Menção Honronsa;
15˚ Festival Internacional de Cinema de Kerala, India, 2010;
26˚ Festival Internacional de Cinema de Santa Barbara, USA, 2011;
18˚ Festival Latino Americano de San Diego, Califórnia, 2011;
10˚Mostra do Cinema Livre, Rio de Janeiro, 2011;
13˚ BAFICI - Festival Internacional de Cinema de Buenos Aires, 2011;
5ª BRAFFTv- Brazilian Film & Tv Festival of Toronto, 2011;
Première Brasil Berlin, Alemanha, 2011;
7º Festcine Goiânia, 2011;
63º Festival de Cinema de Locarno, Competição Oficial, Suíça, 2010 – Prêmio Boccalino D’Ouro como Melhor Filme pela Critica Independente;

LUZ NAS TREVAS - A volta do Bandido da Luz Vermelha
Brasil, 83 min., 35mm, 2010.
Distribuição: Sinai Sganzerla, Mercúrio Produções e Kinesom
Um filme de Helena Ignez
Direção: Helena Ignez e Ícaro C. Martins
Direção Geral e Idealização: Helena Ignez
Roteiro Original: Rogério Sganzerla
Produtor: Sinai Sganzerla e Mercúrio Produções
Produção Executiva: Sinai Sganzerla
Diretor de Fotografia: José Roberto Eliezer
Montagem: Rodrigo Lima
Colaboração artística: Joel Pizzini
Trilha Sonora: Lúcio Branco, Sinai Sganzerla, Helena Ignez e Rodrigo Lima.
Coordenação de Produção: Djin Sganzerla
Direção de Arte: Fabio Delduque
Figurino: Sonia Ushiyama
Estimativa de público e perfil, (quantidade e perfil): no mínimo 100 mil espectadores
Plano de Mídia: jornal, se é rádio, filipetas, cartazes; e quantidade de inserções, etc.
Jornal, cinema trailler, clear channel, bus door, cartazes, filipetas, mídias sociais, rádio, assessoria de imprensa, Mica cartões
Cotas de patrocínio: 9 cotas de 100.000 (cem mil reais) e 01 cota de 60.746. Totalizando 960.746,00
Benefícios oferecidos ao patrocinador: Logomarca no filme e em toda mídia, cotas de convites, sessões exclusivas.
Tipo de incentivo: Proac- ICMS/SP e Ancine

MELODRAMA

Nº 02
Segmento do projeto: audiovisual
Gênero: cinema e TV
Título do projeto: Melodrama
Autor / adaptação: Silvia Oroz
Direção / coordenação: André Shurtz
Local do projeto / nome do local: cinemas e TV´s
Região do projeto / município / estado: Rio de Janeiro
Valor do projeto: R$ 1.515.000,00 (um milhão quinhentos e quinze)
Ficha técnica e artística dos envolvidos:
Produtor: Hilton Kauffmann
Diretor de Edição: Henrique Tartarote
Diretor: André Shurtz
Explicação do projeto: Através da novela, da publicidade da música, televisão, cinema, rádio vamos analisar toda importância do melodrama na América do Sul.
Sinopse / resumo / comentário: Melodrama é um filme que, em um primeiro momento, esclarece, ao público em geral, sobre o melodrama e o melodramático. Retrata uma temática vivida no cotidiano do público que assiste o audiovisual na América Latina. Melodrama é um filme que abrange o público acima dos 18 anos, divididos em algumas categorias e várias formas de exibição.
Tipo de incentivo: Lei do Audiovisual

SOLIMÕES

Nº 03
Segmento do projeto: audiovisual
Gênero: cinema
Título do projeto: Solimões
Direção / coordenação: Mauro Heitor Ferreira
Local do projeto / nome do local: cinemas
Região do projeto / município / estado: Amazonas
Valor do projeto: R$3.420.000,00 (três milhões quatrocentos e vinte)
Ficha técnica e artística dos envolvidos:
Produtor: Hilton Kauffmann
Elenco:
Moisés- Marcos Palmeira.
Rick.- Vicent Cassel
Chiquinha- Cininha de Paula.
LetÍcia- Mariana Lima.
Carlos - Henrique dias.
Cel Machado- André Barros
Explicação do projeto: Longa metragem passado na Amazônia sobre roubo de peças arqueológicas.
Sinopse / resumo / comentário: Trata-se de um filme de aventura, protagonizado por um rapaz de 19 anos que vive em uma comunidade ribeirinha do Solimões. O personagem vê sua coleção de peças arqueológicas roubadas por um estrangeiro. O interesse pela Arqueologia serve como pano de fundo para a trama. Este tema é pouco explorado pelo mercado audiovisual brasileiro, mas está muito presente em filmes estrangeiros, como no megassucesso “Indiana Jones – Os Caçadores da Arca Perdida”.
Tipo de incentivo: Lei do Audiovisual.